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Com a cara e coragem

Após a derrota surpreendente na Copa da Espanha em 1982 a Seleção Brasileira voltou a disputar o Mundial no México, quatro anos depois. Os problemas com contusões, indisciplina e deficiência técnica de alguns jogadores levaram Telê a abrir mão de craques como Leandro, Renato Gaúcho e Éder.

Apesar de praticar um futebol que pouco lembrava a equipe da Copa anterior (do time-base que atuou na Copa 1986 somente Júnior e Sócrates foram titulares absolutos) não faltaram esforços individuais na luta por bons resultados e o título. Zico, que lutou desesperadamente para se recuperar de uma grave contusão a tempo de disputar o mundial foi o maior exemplo. Quando entrava em campo, no decorrer das partidas, sempre fazia a diferença.

Pênalti perdido por Zico e eliminação
 
O Brasil não foi brilhante na primeira fase da competição, mas superou Espanha (1x0), Argélia (1x0) e Irlanda do Norte (3x0). Mas nas Oitavas de Final fez renascer a esperança da conquista do tetra após golear a Polônia por 4x0, chegando à quarta partida sem sofrer gol.

Infelizmente na partida seguinte empatou no tempo normal em 1x1 com a França, o que levou o jogo para a prorrogação, e foi eliminado nos tiros livres da marca de pênalti.  Zico teve a chance do desempate, o que provavelmente garantiria o triunfo, mas desperdiçou a chance perdendo uma cobrança de pênalti, algo raro na sua carreira. 

Defesa:
1.Carlos (Corinthians); 13.Josimar (Botafogo), 14.Júlio César (Guarani), 4.Edinho (Udinese/ITA) e 17.Branco (Fluminense); 
 
Meio-Campo:
19.Elzo (Atlético Mineiro), 15.Alemão (Botafogo), 6.Júnior (Torino/ITA) e 18.Sócrates (Flamengo); 
 
Ataque:
7.Müller (São Paulo) e 9.Careca(São Paulo)

Técnico: Telê Santana
 
 
 
Reservas:
5.Falcão (São Paulo), 20.Silas (São Paulo), 10.Zico (Flamengo) e 8.Casagrande (Corinthians)
 
 
Brasil 4 x 0 Polônia: Esperança do tetra ainda viva

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