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Depois da conquista do tricampeonato mundial no México, em 1970, era grande a expectativa pelo Campeonato Brasileiro a ser realizado naquele ano.  
 
Com as feras do tri em ação, reforçando Flamengo, Botafogo, Corinthians, Santos, Palmeiras, São Paulo, Grêmio, Cruzeiro e Atlético Mineiro, a competição foi beneficiada com um elevado nível técnico. 
 
O Fluzão também contava com os seus reforços "mexicanos": o goleiro Félix, titular absoluto na Copa, e o lateral-esquerdo Marco Antônio, que acabou perdendo a posição de titular para o gremista Everaldo durante o Mundial.
 
Mas o Tricolor, que se tornaria o campeão da Taça de Prata, não ficou apenas na dependência dos craques da Seleção Brasileira de 1970. A zaga jogava com seriedade, e tinha à frente dela a força da marcação do gigante Denílson. No ataque, destacavam-se o veloz ponta-direita Cafuringa com seus dribles, o ponta-de-lança Samarone com sua classe e o centroavante Flávio,  titular da equipe, e Mickey, autor do gol decisivo da finalíssima no empate de 1 x 1 contra o Atlético Mineiro, suficiente para garantir a taça.
 
 Sob o comando do treinador Paulo Amaral o "Jovem Flu" fez a festa.
 
Defesa:
1.Félix, 4.Oliveira, 2.Galhardo, 3.Assis e 6.Marco Antônio;
 
Meio-Campo:
5.Denílson e 8.Didi;

Ataque:
7.Cafuringa, 10.Samarone, 9.Mickey e 11.Lula

Técnico:
Paulo Amaral
 

Flávio era o goleador, titular da camisa 9, mas Mickey também deu conta do recado
 

Cartela para Futebol de Botão

 
 
O Goool leeegal!!! de Mickey

 
 
O V da vitória do Flu no 1x1 contra o Galo
 
Depois da luta, Denilson ergue a Taça de Prata
 
Texto de Teixeira Heizer - Revista PLACAR  25.12.1970
 
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