Marca Botões e Esquadrões

O torcedor adversário que não admirava o Fluminense de 1976, com toda certeza pelo menos temia a Máquina Tricolor. Não seria surpresa se aquele esquadrão erguesse a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes na temporada. Eram duas gerações de jogadores da Seleção Brasileira atuando no mesmo time. O bicampeonato carioca ficou abaixo das expectativas, mas seria uma injustiça se aquele timaço não fizesse parte da galeria de campeões do clube.

Da Copa do Mundo de 1970, no México, estavam ali o lateral-direito Carlos Alberto e os meias Rivelino (Copas de 1974 e 1978 também) e Paulo César, que também atuou no Mundical de 1974. Para a Copa do Mundo de 1978, na Argentina,  seriam chamados mais tarde o zagueiro Edinho, o lateral-esquerdo Rodrigues Neto e os pontas Gil e Dirceu.

A Máquina foi desmontada antes de ganhar a América e o mundo, mas teve seus tempos de glória, suficientes para conquistar o Rio de Janeiro e, porque não dizer, o país também. Espere um pouco: não ganhou a América e mundo? Não foi bem assim! O Flu faturou a Primeira Copa Viña Del Mar, realizada no Chile, ao vencer por 1 a 0 a Unión Española e empatar em 0x0 contra o Everton, equipes da casa, e o Torneio de Paris, ao vencer o PSG por 2 x 0 e a Seleção Europeia por 3x1. Alguém ainda dúvida do funcionamento daquela Máquina mesmo bem longe de casa?  

 

Defesa:
1.Renato, 2.Carlos Alberto Torres, 3.Miguel, 5.Edinho e 6.Rodrigues Neto;
Meio-Campo:  
8.Carlos Alberto Pintinho, 4.Paulo César Caju e 10.Rivelino;
Ataque:
7.Gil, 9.Doval (argentino) e 11.Dirceu

Técnico: 
Mário Travaglini

Cartela para Futebol de Botão

 

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