Marca Botões e Esquadrões
Tarde de 1º de julho de 2006. As primas Gabriella e Larissa, ambas com nove anos, distribuem bandeirolas pela casa, capricham no cenário verde e amarelo, enfeitam-se com tiaras e chegam a perfilar para a execução do hino brasileiro. Esperam ansiosas pelo show de Ronaldinho Gaúcho. Querem conhecer, em grande estilo, o que é o futebol arte. 
 
A bola rola, os minutos se passam e o futebol do craque canarinho não flui, nada dá certo para o camisa 10, nada dá certo para o Brasil diante da França no jogo válido pelas Quartas de Final da Copa do Mundo da Alemanha.

Para completar, literalmente, o atacante Henry, cheio de estilo, dá um tapa de leve na bola e a empurra para o fundo da rede aproveitando cruzamento perfeito do maestro Zinedine Zidane. 

A alegria das garotas é substituída por carinhas de insatisfação, elas ficam impacientes, tento acalmá-las, sem querer dizer que o futebol arte estava ali em campo, só que lado oposto, nos pés do artista francês, que foi genial como nunca.

Zizou

Zidane jogou, talvez, uma das suas mais brilhantes partidas. Organizou o meio de campo, aplicou chapéu em Ronaldo, deu giro de 360º e passes precisos. Foi a última competição disputada pelo artista da bola.
 

Defesa:
16.Barthez, 19.Sagnol, 15.Thuram, 5.Gallas e 3.Abidal;

Meio-Campo:
6.Makelele, 4.Vieira, 7.Malouda, 22.Ribery e 10.Zidane;

Ataque:
12.Henry

Técnico:
Raymond Domenech
 
 
 
 

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