Marca Botões e Esquadrões
Ao contrário da Seleção Brasileira de 1962, que chegou à final conquistando o seu segundo mundial consecutivo, a Laranja Mecânica, a exemplo da edição de 1974, ficou com o vice campeonato. Mas, é claro, não foi por falta de capacidade.
Em 1978, apesar da ausência de Cruijff na Copa da Argentina, a Holanda chegou à decosão enfrentando a dona da casa, e esteve a um passo de conquistar o título quando Rensenbrink chutou uma bola na trave já nos descontos da etapa final (veja no vídeo abaixo).
Mesmo sem o seu melhor jogador e sem o mentor do Carrossel, Rinus Michels, a Seleção Holandesa  contou com a base da Copa da Alemanha Ocidental: Jongloed, Haan, Krol, Jansen, Neeskens, Rep e Resenbrink estavam lá, firmes e fortes.

Não esqueço do dia daquela final, era uma um final de tarde de domingo, de temperatura agradável. A garotada deu um tempo no futebol de botão para saber quem ergueria o caneco.  A TV lá de casa, uma Colorado RQ, colorado mas não colorida (era preta e branca mesmo rs) estava quebrada, então fomos para a janela de uma casa vizinha, e, para a nossa surpresa, nos deparamos com uma belíssima  imagem em cores. Acompanhados da nossa imaginação, vimos os minutos finais da partida, atentos ao verde do gramado, ao laranja da camisa da Holanda, às listras verticais azuis e brancas da Argentina e ao dourado da taça nas mãos do capitão Passarella. Durante semanas, meses... nossas seleções favoritas para entrar em campo, em forma de botão, foram Brasil, Argentina e, é claro, aquele fantástico esquadrão laranja.  
Defesa:
8.Jongbloed; 2.Poortvliet, 9.Haan, 22.Brandts e 5.Krol; 
Meio-Campo:
6.Jansen, 11.Willy Van de Kerkhof e 13.Neeskens;
Ataque:
16.Rep, 10. René Van de Kerkhof e 12.Rensenbrink.
Técnico: Ernst Happel (austríaco)

"Por una cabeza"

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