Marca Botões e Esquadrões

Internacional, tricampeão gaúcho, com os uniformes nº 1 e 2.

No início dos anos 1980 o Inter acabou ficando sem o futebol do craque Falcão e outras feras como o chileno Figueroa, Marinho Peres e Carpegiani, mas continuou com força suficiente para chegar a mais um tricampeonato estadual entre 1981 e 1983. Se já não era o papão de títulos nacionais, ainda mandava no Rio Grande do Sul.

Nomes como Luís Carlos Winck e Dunga começaram a se destacar no clube e mais tarde na Seleção Brasileira. Ao lado do já experiente Mauro Galvão, se encarregaram de conduzir o Colorado a novos títulos. Além dos craques brasileiros, dois estrangeiros se tornaram ídolos, o goleiro paraguaio Benítez e o meia-armador uruguaio Rubén Paz.

O Internacional de Porto Alegre já não praticava o futebol brilhante do meado para o final dos anos 1970, mas no início da década seguinte a garra e a determinação permaneciam no sangue daquele esquadrão.  

 
Defesa:
1.Benítez (paraguaio), 2.Luís Carlos Winck, 3.Mauro Pastor, 4.Mauro Galvão e 6.André Luís;

Meio-Campo:
5.Ademir, 8.Dunga e 10.Rubén Paz (uruguaio);

Ataque:
7.Sílvio, 9.Geraldão e 11.Beto

Técnico:
Dino Sani
 
 
Uniforme Nº 1
 
 
 

Defesa:
1.Benítez (paraguaio), 2.Luís Carlos Winck, 3.Mauro Pastor, 4.Mauro Galvão e 6.André Luís;

Meio-Campo:
5.Beto, 8.Dunga e 10.Rubén Paz (uruguaio);

Ataque:
7.Sílvio, 9.Geraldão e 11.Silvinho

Técnico:
Dino Sani
 
 Uniforme Nº 2
 
 
 
 
 

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