Marca Botões e Esquadrões
Um 0 x 0 contra a Polônia e dois empates em 1 x 1, contra o Peru e Camarões. Com apenas 2 gols marcados e dois sofridos, a Itália chegou à classificação porque marcou um tento a mais que a seleção camaronesa. 
Na segunda fase, quando caiu em um grupo temeroso,desencantou, fez 2 x 1 na Argentina de Maradona e conseguiu uma vitória consagradora contra o favorito Brasil: 3 x 2. 
Um 2 x 0 sem maiores sustos contra a Polônia, agora pela semifinal, e os 3 x 1 contra a Alemanha Ocidental,  valeram o tricampeonato para a Squadra Azzurra. 

De quase eliminada na primeira fase, a Itália passou a influenciar o mundo da bola e fez crer que o melhor ataque era a defesa e a marcação com seus 3-5-2, 5-3-2 e afins. De quebra, levou uma penca de craques brasileiros para suas terras, entre eles, Zico e Sócrates. Contestações referentes ao merecimento da Itália à parte, é bom lembrar que eles contavam com várias feras na sua equipe. Zoff, Scirea, Antognoni, Bruno Conti e o oportunista Paolo Rossi eram bons exemplos de eficiência.
Defesa:
1.Zoff; 6.Gentile, 5.Collovati, 7.Scirea e 4.Cabrini;
Meio-Campo:
13.Oriali, 14.Tardelli e 9.Antognoni;
Ataque:
16.Bruno Conti, 20.Paolo Rossi e 19.Graziani.

 

 
5584152211_66e7f571bf_mTécnico: Enzo Bearzot
 
Atenção para o segundo gol da Itália (Tardelli):  um contra-ataque frio e calculista com a participação efetiva do líbero Scirea e a valorização da posse de bola até o arremate fatal.
     

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